As interfaces do genocidio no Brasil: raça, gênero e classe

As interfaces do genocidio no Brasil: raça, gênero e classe

No Brasil, um dos países mais desiguais no mundo, 54% das pessoas declaram-se negras (pretos e pardos). Esse número vem aumentando gradativamente, trazendo à tona a discussão sobre as inúmeras formas de violência sofridas por essa população, que atingem também sua saúde física e mental. A coletânea aborda essa questão sob uma perspectiva inovadora, dirigida diretamente aos profissionais do SUS, com o intuito de disseminar os conhecimentos práticos e científicos necessários ao atendimento rotineiro da grande maioria da população brasileira.

A obra é organizada por Marisa Feffermann, Suzana Kalckmann, Deivison Faustino,  Dennis de Oliveira, Maria Glória Calado, Luis Eduardo Batista e Raiani Cheregatto.

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